Quem sou

Sou Marcela Gomes, 52 anos, advogada, cristã e mãe de dois filhos — com o coração estendido aos três filhos do meu namorado, um médico incrível. Minha trajetória começou no Desenho Industrial, mas o Direito sempre correu nas veias, conectando-me à política e ao serviço voluntário. Aprendi com meus pais que o tempo é o bem mais precioso que podemos doar, valor que aplico no Conselho da Mulher em Vinhedo e em comissões da OAB. Sou taxada de idealista, mas para mim, idealismo é não abrir mão do certo; não é sinônimo de ingenuidade. Quero um Estado que respeite o cidadão e devolva a autonomia para quem produz e cuida.

Pautas

O combate à corrupção, sob a minha ótica, deixa de ser um conceito abstrato de telejornal para se tornar uma ferramenta de justiça social direta para as mulheres. Entendo que cada centavo desviado de um esquema de corrupção representa, na prática, uma vaga a menos na creche, a falta de medicamentos básicos nos postos de saúde e a ausência de equipamentos de segurança nas ruas. Minha atuação na Assembleia Legislativa será focada na fiscalização rigorosa dos contratos estaduais, especialmente aqueles voltados à saúde da mulher e à assistência social. Proporei mecanismos de transparência que permitam que qualquer mãe de família acompanhe, pelo celular, o trajeto do recurso público, garantindo que o imposto pago com tanto esforço retorne em serviços eficientes e não alimente privilégios políticos. No que tange à desburocratização, vejo essa pauta como uma forma de devolver às mulheres o seu bem mais precioso: o tempo. Hoje, a mulher que deseja empreender ou regularizar sua situação enfrenta uma montanha de papéis e taxas que desencorajam a autonomia financeira. Minha proposta é simplificar a vida de quem produz, criando o "Balcão Único da Empreendedora" e eliminando entraves para pequenos negócios domésticos. Além disso, defenderei a digitalização total dos serviços públicos estaduais. Uma mulher não deveria perder uma tarde de trabalho ou de convívio familiar para resolver burocracias em repartições públicas; o Estado deve ser ágil e invisível, servindo como um facilitador e não como um obstáculo para quem quer prosperar. Por fim, a liberdade individual é o pilar que garante o protagonismo feminino sem a tutela asfixiante do Estado. Acredito em uma mulher que é dona do seu destino, das suas escolhas e da sua segurança. Minha pauta defende o fortalecimento do direito à legítima defesa e o acesso a treinamentos de segurança, para que a mulher não se sinta refém do medo. No campo educacional, lutarei pela liberdade de escolha das famílias, apoiando modelos como o ensino domiciliar e os vouchers educativos, permitindo que as mães decidam a educação de seus filhos sem imposições ideológicas. A verdadeira emancipação feminina vem da independência econômica e da liberdade de consciência, e meu mandato trabalhará para que o Estado pare de dizer como a mulher deve viver, permitindo que ela seja a única arquiteta de sua própria história.

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